segunda-feira, 3 de setembro de 2018

SE UM DIA PENSAR EM MIM, ME AME



Menina que está no canto,
Que nem um dia acabe esse encanto
Que quando te vejo meu coração em pranto
Aprecia esses lábios que eu quero tanto.

Quando lembrar de mim cante.
Não precisa ser uma música de amante,
Amo-te em amizade nesse instante
Mas espero que um dia, eu a encante.

Quero amar-te mais que em amizade
Amo-te, porém, em completa liberdade.
E se um dia me amar assim, me chame
Mas se um dia pensar em mim, me ame.

P.G.Claro

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

BATE PAPO SOBRE O PODER LEGISLATIVO!

Convidamos todos vocês para este evento importantíssimo, em que iremos discutir sobre a importância do Poder Legislativo. Nosso foco é ampliarmos o entendimento sobre o papel de cada componente do nosso Congresso Nacional, fato que virá muito bem para as eleições de 2018, onde serão decididos os cargos para Presidente, Deputado Federal e Estadual, Governador e Senadores.


Venha prestigiar...
Contamos com a sua presença!

terça-feira, 28 de agosto de 2018

UMA AULA SOBRE REVOLUÇÃO RUSSA

Na quarta-feira da semana passada, dia 23/08/2018, o professor Cauê deu lugar ao aluno Paulo Claro para nos dar uma aula sobre a Revolução Russa, que foi preparada com carinho e amor por eles.

Tivemos a presença de uma bandeira feita pelo aluno Pedro Cervato, que deixou a aula ainda mais característica. 

 

Pontos como seus antecedentes e causas, sendo os principais czares, sobre a estrutura social: sociedade estratificada, o Ensaio Geral de 1905, os opositores do Czarismo, a divisão do POSDR (Partido Operário Social-Democrata Russo) e sobre suas revoluções foram abordados. 








 Parabéns Paulo, sua aula foi incrível!
Até a próxima <3
Verônica Camargo

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

APRENDENDO ENQUANTO SE ENSINA

Sobre as apresentações dos países...

Na tarde integradora de geografia que aconteceu segunda-feira, dia 20/08/2018, os alunos que fizeram suas apresentações foram Paulo Claro, Mariana Tecchio e Nathália Alves.

Paulo tratou sobre a cultura, economia, demografia, problemas ambientais, hidrografia, transporte e urbanização da Rússia.




Mariana tratou sobre a cultura do Brasil.




Nathália tratou sobre a cultura da Índia.




Vocês arrasaram!
Até as próximas aulas <3

Verônica Camargo

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

CONFUSÃO INSTRUMENTAL



À respiração de cinco mil velas, fitados por montanhas de copos vivos e sorridentes,
Meus passos abraçavam música, atropelando todo o caos disseminado à frente.
Eu era uma bateria, a qual engolia todas as emoções ao redor e as cuspia em seguida como se fossem bomba,
Expondo os sentimentos raivosos aprisionados em mim, ruínas abandonadas em minha alma durante essa estrada cansativa e longa.

Com a minha amiga tristeza, naquele salão, eu ia do tango ao balé
Sem sapatilhas, apenas com os sonhos impulsionando os pés.
Por muitos anos eu fora um fogo congelado, mas chegara a hora de me libertar
A lagarta viraria borboleta quando nossa música começasse a tocar.

E aconteceu: Quando a guitarra cutucou meus ouvidos, comendo as minhas máscaras numa harmonia desequilibrada,
Fiquei completamente nu, revelando as longas páginas de minha história desenfreada,
Todas elas repletas de vários buracos ocos e intocáveis como os das flautas,
Representando partes de um abismo que outrora roubaram as minhas pernas já sangrentas e exaustas.

No momento em que eu dançava, desajeitado como um morcego exposto aos raios de luz
Uma vergonha intensa surgiu-me em forma de suor, o qual escorreu da testa até a região do pescoço onde se pendurava a minha cruz.
Repentinamente, risos maldosos tomaram sobre o meu corpo bêbado enquanto minhas lágrimas misturavam-se à tinta escura que me coloria as pupilas dos olhos.
No arcaico e esquecido piano que agora eu era, teclas pretas foram tocadas, acenando para tempos de guerra e difíceis jogos.
Aquela velha angústia voltara, torrando toda a minha coragem,
Voltara junto ao medo de me tornar mais uma vez um chocalho nas mãos da sociedade e um violino enterrado aos pés daquela família tão selvagem...

E de uma vida que parecia ser imortal,
Tudo o que sobrou foi uma gigantesca confusão instrumental!

R.$oares
 https://soaresdosmares.blogspot.com/

terça-feira, 14 de agosto de 2018

APRENDENDO ENQUANTO SE ENSINA

Dando continuidade as apresentações sobre os países...

Na tarde integradora de geografia de ontem, segunda-feira, dia 13/08/2018, os alunos da vez foram Guilherme Ferrari e Andressa Belvel.

Guilherme tratou sobre problemas ambientais da China.




Andressa tratou sobre questões da demografia da África do Sul.




Vocês foram incríveis!
Até as próximas aulas <3

Verônica Camargo

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

GAIATO PIPERO, LEVADO PELA PIPA


APRESENTA
GUIA BÁSICO DE SOBREVIVÊNCIA INTELECTUAL


Minha casa é meu bairro, minha comunidade. Lá onde eu moro, na periferia, pra maioria dos meus amigos é assim também. Pra gente, entrar em lugar fechado é só em casa, pra se esconder do frio, e na escola, onde os adultos mandam a gente ir. No resto do tempo gostamos de andar e correr pelas ruas, onde nos sentimos livres de verdade.

Mas, o que realmente gosto de fazer é dar uns rélos com minhas pipas. Eu e meu amigo, Dito Coré, somos os campeões da rua. Ninguém ali conseguiu mais pipas do que nós. Outro dia, num daqueles dias de vendo e sol forte, de queimar o pé no asfalto e de batizar todos os carretéis, fora três pipas de uma só vez. Foi um desespero só! Afinal, como correr sozinho atrás de três! O Dito correu atrás da amarela, eu fui atrás da branca e a vermelha ficou ali, como que esperando ser buscada, se sentindo ignorada, sendo arrastada pelo vento. No fim, pegamos as três... mas essa história é longa, conto depois.

Um dos meus lugares favoritos da cidade são os telhados. Além das várias pipas que já encontrei (e das várias telhas que já quebrei), também é um lugar onde me encontro e nunca sou encontrado. Ali posso ficar tranquilo, ouvindo o som dos humanos e pensando sobre o que quiser. Também levo pra lá alguns livros que meu avô Gérso me passa, pois ele disse que ler faz bem pra cabeça e que vai me ajudar a fazer pipas melhores e escolher sempre o caminho mais curto para chegar até elas.

Entre as leituras e cochilos que tiro no telhado, gosto também de ficar olhando pras pessoas. Sabe, percebi que ninguém nunca me viu nos telhados! As pessoas andam tão ocupadas no trânsito, nos celulares e nelas mesmas que se esquecem de olhar pra cima e pros lados. No fundo, acho que só olham pra elas mesmas...

Nesse momento estou lendo um livro de nome ‘’O Caçador de Pipas’’. Já estou quase no fim. Li o livro muito rápido! Apenas três telhados já foram o suficiente para quase terminar. Percebi que meu vô me enganou, pois disse que eu ia aprender um monte de coisas sobre pipas quando lesse o livro. Sobre pipas mesmo não aprendi quase nada! Mas, como é um livro que fala sobre uma região bem longe daqui, aprendi que as pessoas são pessoas em todo lugar do mundo e sentem mais ou menos as mesmas coisas que todos nós sentimos, seja aqui do telhado, aqui na comunidade ou em toda cidade.

Agora deixa eu ir, que estou vendo lá de longe uma pipa no horizonte!
Essa acho que vai ser difícil, mas a correria sempre vale a pena!

Gaiato Pipero
Levado pela pipa
Observa e absorve as cores da vida.

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BATE PAPO COM RENATO FERNANDES