quinta-feira, 24 de maio de 2018
terça-feira, 22 de maio de 2018
PALESTRA - MANDATO PARTICIPATIVO NO LEGISLATIVO: UM EXPERIÊNCIA EM TATUÍ
Temos um
convite especial para você...
O Mandato
Participativo no Legislativo realizado pelo Coletivo Sementes da Democracia em
apoio ao NOIA, realizará uma palestra sobre demandas da nossa política atual,
abordando questões importantíssimas para o nosso desenvolvimento crítico-político
com o vereador do PT da cidade de Tatuí, Eduardo Sallum.
Vamos nos
politizar!
Compareça,
contamos com a sua presença.
sexta-feira, 18 de maio de 2018
SAUDAÇÕES, SOU HÉLIO SAMPAIO
APRESENTA:
GUIA DE SOBREVIVÊNCIA INTELECTUAL
Saudações!
Sou Hélio Sampaio e vim aqui contar histórias a respeito de coisas que me ajudaram a sobreviver ao longo desses meus trin... enfim... desses anos que consegui me manter vivo, graças a uma série de válvulas de escape - dentre elas, músicas, livros, filmes, ''boas frutas, pães e vinhos'', ''gente certa, gente aberta''...
Certa vez, entrei na casa de um amigo, ''sai da sala e fui pro porão'' e lá, fuçando em LP's, me deparei com uma coletânea de MPB, ano 1973, cuja capa chamou-me a atenção por trazer caricaturas dos intérpretes (e/ou compositores) das faixas ali presentes. Um deles, então desconhecido para mim (e para muitos até hoje), feio e magrelo, chamou-me a atenção. Sua faixa no disco era ''Cala a boca, Zebedeu'', que conta a história de uma esposa ''jararaca'' que calava o marido, dizendo ''não se meta comigo/porque na minha vida quem manda sou eu!''.
Guardei o nome e a cara daquele artista. Algum tempo depois, num boteco controverso da minha cidade natal, eis que me deparo com uma amiga e (minha) guru musical, e, ao perguntar-lhe qual era a boa, tenho como resposta cantarolada: ''Eu quero é botar meu bloco na rua...'', e daí em diante eu lembrava que já tinha ouvido a voz de ''Cala a boca, Zebedeu'' em algum lugar!!
Tratava-se de Sérgio Sampaio. Na mesma conversa, vim a saber que ambas as faixas eram do mesmo albúm, que também levava o nome ''(...) bloco na rua''. O refrão do ''bloco'' virou bordão nacional e atemporal, mas essa faixa não é a melhor do disco. Nele, ''um Sampaio teimoso'' toca ''samba e rock, balada e baioque'', misturando influências de Kafka, Augusto dos Anjos e Orlando Silva, numa pegada ácida e lisérgica, melancólica e surrealista. Como um Salvador Dali da MPB!
É um disco fantástico; um tesouro obscuro de um compositor maiúsculo. Aliás, o ''Sampaio'' da minha assinatura vem do ídolo Sérgio. E depois dele, botei meu bloco numa rua que me levou a outros nomes do underground tupiniquim: Oiticica, Macalé, Melodia, Sganzerla, Mojica, Torquato... mas isso é papo para uma outra Sexta qualquer!
Amplos amplexos!
Eu quero é botar meu bloco na rua
Philips - 1973
Hélio Sampaio é entusiasta da cultura brasileira...um retirante do universo contracultural, devido às circunstâncias da vida (e da sobrevivência).
terça-feira, 15 de maio de 2018
MINA AMORA
Através de
poucas palavras
Eu lhe
escrevo
Pra dizer,
que nesse momento
Ter um belo
sentimento
É o que eu
mais almejo
Quero encher
meu coração de paz
Be bel, quero
que saiba
Que é com a força
que você me traz
Encher meu
coração de amor
E poder te
dizer isso sem nenhum pudor
Me disseram
pra dar vazão ao sentimento
Mas preciso
saber
Se quer
dividir comigo esse momento
Ouvi dizer
que se apaixonar
É muito
maneiro
Metas para
2018?
É poder te
dizer isso de janeiro a janeiro
Poesia é
poder se expressar
Gosto de você
Só não vai
chorar
Lucas Blanco
sábado, 12 de maio de 2018
UM CONSELHO PARA MIM MESMO
Calma!
Esse ano é de
fato desafiador para os que estão prestando vestibular e lutando pelo seu sonho.
Mas no meio
da correria e rotina se permita respirar, relaxar.
Se permita
alguma vez dormir mais cinco minutinhos.
Se permita
saborear seu almoço, sentir todos os sabores e cores.
Se permita admirar
o céu azul.
Se permita
devorar uma barra inteira de chocolate na hora da ansiedade ou tomar um banho
no meio do dia.
E sabe de uma
coisa?
Tá tudo bem
querer chorar, chora! Chora mesmo, tire toda essa angústia de dentro. Que
depois da tempestade, vem a calmaria.
E devemos acreditar sim, vai ficar tudo
bem.
Se permita e
se respeite. Nosso corpo pode não aguentar e pedir descanso, e tá tudo bem!
Nessa hora, coloque uma roupa confortável e algo que nutra sua alma. Ler um
livro, escutar uma música, cozinhar, fazer esportes.
Saiba que
esse caminho não precisa ser sofrido e nem angustiante, Aliás, nem deve!
E no final,
se levar de maneira leve, as coisas serão mais leves.
E a vida
precisa de leveza!
Respira,
inspira e acredita!
Vai dar tudo
certo.
Anônimo.
quarta-feira, 9 de maio de 2018
BATE PAPO COM DIANE DIERCKX
Vamos dar
início ao nosso lindo projeto: BATE PAPO COM, que consiste em perguntinhas
feitas para os nossos incríveis professores, que vão nos dizer como foi que lidaram
com a pressão pré-vestibular e se sempre tiveram certeza da faculdade que
queriam prestar, afinal, é sempre muito bom saber como isso os afetou, porque
assim como nós, pré-vestibulandos, eles também passaram pelo mesmo processo.
A primeira a
nos dar a honra é a Diane, professora de História.
![]() |
| Ilustração: Victoria Rodrigues |
Confira
agorinha, esta entrevista linda...
1. Qual a sua
expectativa para esse ano de 2018?
‘’A turma
deste ano é bastante atenta às aulas de História, participativa e
questionadora. No entanto, sinto pouca participação ativa nas tardes
integradoras e percebo que há alunos que, mesmo matriculados, nunca estão
presentes. A equipe (todo mundo da escola) conseguiu se configurar de maneira
muito funcional, o que tende a otimizar o processo de ensino-aprendizagem.
Assim, as
expectativas são muito positivas. Embora, seja sempre possível ao aluno assumir
de maneira cada vez mais assertiva sua aprendizagem. Acredito que a mudança do
NOIA foi fundamental nesse processo, pois acelerou – talvez até, aprofundou –
os laços necessários para que nosso maior objetivo, a aprovação no vestibular,
seja atingido''.
2. Como é seu
método de ensino?
‘’Não tenho
um método definido. A turma regula as estratégias que escolho. Contudo, há
alguns aspectos que julgo fundamentais, como a localização no tempo e o domínio
dos conceitos básicos. Visando à preparação para uma prova de vestibular, penso
que as questões dissertativas são mais produtivas que as de alternativas, pois
exigem desenvolvimento de ideias e mais complexidade de pensamento’’.
3. Como você
lidou com a pressão pré-vestibular?
‘’A primeira
vez que fiz a prova, eu não soube lidar com a situação. Lembro que na noite
anterior à prova, não dormi de tanta ansiedade. No fim das contas, acabei
passando em História na UNESP de Franca, mas repeti o terceiro ano do médio.
Por conta disso, imagino, quando fui fazer a prova novamente, estava muito
tranquila e acabei muito bem classificada no mesmo curso, mas agora pelo campus
de Assis’’.
4. Na sua
opinião, qual a melhor forma de se concentrar na hora dos estudos?
‘’Resistir às
redes sociais e às séries, ou seja, saber utilizar a internet a favor do
estudo. No caso das ciências humanas, é possível navegar para obter diversos
tipos de informações, consultar dicionários, mapas, etc. É fundamental que se
faça anotações, de preferência comparando ou relacionando com outros temas já estudados.
Quanto mais fontes consultadas e mais leituras realizadas, maior eficiência no
seu estudo de História. Fazer exercícios e simulados é uma excelente maneira de
descobrir onde melhorar’’.
5. O que te
levou a seguir a profissão de professora?
‘’Eu venho de
uma família de professores, de lado de mãe e pai. Por incrível que pareça, uma
de minhas brincadeiras preferidas quando menina, era a de ser professora. Tive
poucos professores bons e testemunhei grandes estragos feitos por aqueles que
eram ruins, inclusive na minha vida. Tornei-me professora para poder fazer
diferente da grande maioria desses que me deram aula e porque, do meu ponto de
vista, é a maneira mais eficiente e bonita de fazer a revolução. Além do mais,
é uma profissão que te permite viver de maneira extremamente intensa e estar
sempre aprendendo. O tédio nunca se faz presente para quem é professor’’.
6. O que te
inspira?
‘’O brilho
nos olhos e o sorriso do aluno – já comentei que odeio a palavra aluno, pois
ela significa, aquele que não tem luz ? – que tem dificuldade e finalmente ‘’entende
a matéria’’ é algo que não tem preço. É muito, muito prazeroso. O interesse e
participação dos alunos que me inspiram espacialmente. Não sei dizer se todo
professor é assim, mas meu tesão é proporcional ao tesão da turma e tenho
certeza que o inverso é também verdadeiro, o que faz minha profissão mais
inspiradora ainda’’.
7. Indique 1
música, 1 filme e 1 livro.
-Uma música: ‘Carta
de Amor’ de Maria Bethânia, porque tem o poder de uma oração.
-Um filme: ‘Cinema
Paradiso’ de Giuseppe Tornatore, de 1988, pois toda vez que assisto, choro. Um
ode à amizade e ao cinema.
-Um livro: ‘O
livro do riso e do esquecimento’. Obra de Milan Kundera, que aborda a questão
da memória e juventude no contexto da República Tcheca pós invasão russa em
1968.
8. Você sempre
teve certeza da faculdade que queria prestar?
''Durante muito
tempo pensei em veterinária ou biologia, pois gosto muito e tenho curiosidade
por animais. Quando percebi que havia uma série de outros fatores importantes,
além do gosto pelos bichos, pensei em cinema. Mais uma vez, me levei pela
paixão. Letras e História passaram a ser as novas escolhas, especialmente pelo
gosto pelas narrativas. No ato da inscrição, o medo da língua estrangeira acabou
me conduzindo pra História''.
9. Deixe um
recadinho para os alunos!
‘’Só se
aprende errando, não tenham medo de errar. Como disse acima, a mudança de
prédio da escola está sendo uma oportunidade para que possamos otimizar as
relações entre aquele que ensina e aquele que aprende’’.
Até a próxima <3
Verônica Camargo.
quinta-feira, 3 de maio de 2018
GUIA BÁSICO DE SOBREVIVÊNCIA INTELECTUAL
Sabe aquele momento em que não sabemos o que pensar, para onde
caminhar, o que fazer da vida? Sabe aquela hora em que tudo o que precisamos é
de um corrimão na escadaria ébria ao final do baile? Sabe – este exemplo é
infalível – quando vamos ao cinema e no escuro da sala, sem sabermos
exatamente onde estará nosso assento, tateamos os encostos das poltronas
vizinhas? Pois bem, nessa hora, já diria o grande Guimarães Rosa, o que a “vida
quer da gente é coragem”!
É sobre essa coragem que este texto vai falar.
É acerca desses momentos, em que aparecem “uma pedra no meio do caminho” de
Drummond e de gente como a gente, que esse texto quer contar. Mas, é também
sobre o avesso da pedra, sobre o contrário da dor, por fim, sobre a alegria e
aposta na vida, que esse texto lhe dirá! Viva mestre Belchior, que aqui no
cursinho N.O.I.A. nos embala o ano todo com o bordão: “ano passado eu morri,
mas esse ano eu não morro”!!! Portanto, essas palavras serão para pensar sobre
coisas que não morrem, sobre “sonhos que não envelhecem”, né, Lô e Milton?
Vamos explicar melhor, é pra já!
Nós, do cursinho N.O.I.A., sempre fomos
preocupados e ocupados em formar nossos alunos de modo integral. Nunca nos
limitamos somente às fórmulas de Física ou à tabela periódica, nem sobre o
Trópico de Capricórnio, da Geografia, ou ainda à formação do Reino Fungi, da
Biologia. Buscamos, em mais de 30 anos de experiência em educação, tornar o
estudo uma atividade eterna de compreensão do mundo e da vida. Deste modo,
produzimos, constantemente, conhecimento e – o mais importante – temos prazer
em compartilhá-lo! Disso tudo, surgiu a ideia do Guia Básico de Sobrevivência Intelectual que aqui apresentamos.
A ideia apareceu em uma reunião de professores
do N.O.I.A.: “de repente, não mais que de repente”, estávamos debatendo sobre a
importância que alguns livros, filmes, músicas, quadros e peças tiveram em
nossa formação. Transitamos, na maior empolgação, por coisas como Orwell,
Clarice, Chico, Ben, Kafka, Bethânia, Lennon, “Tempos Modernos”, Tarsila, entre
outros. Daí, foi um pulo e concluímos: e se criássemos um guia básico com
indicações daquilo que consideramos essencial, elementar (“meu caro, Watson!”)
para se formar intelectualmente? Eureka! A semente do Guia Básico de Sobrevivência Intelectual, naquele momento, tinha nascido!!!
O Guia, que você lerá daqui para frente neste jornal, buscará reunir tudo o que somos, tudo o que pensamos sobre a vida! A proposta é trazer até você, leitor, especialmente estudante, dicas de livros, contos, poesias, músicas e canções, peças teatrais, espetáculos de dança, filmes, curta metragens, documentários, pinturas e esculturas que entendemos como sendo fundamentais para um possível bem viver. Para pegar um exemplo, lembra da alegoria do cinema no primeiro parágrafo deste texto? Então, cada suave toque no encosto das poltronas, procurando seu assento, representa um disco, um livro, filme, enfim, uma procura por uma formação significativa! É como se cada ''poltrona'' dessas o(a) guiasse por um caminho de conhecimento.
Vamos nessa?!
Até breve, em nossa próxima publicação!
''It's a long way''...
Um abraço apertado da equipe do N.O.I.A., cursinho
pré-universitário.
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